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A agenda das alterações climáticas domina a atualidade. À beira de começar a Cimeira do Clima em Glasgow, não há quem não defenda uma alteração dos hábitos do consumo, mobilidade e até de alimentação. Mas o que é isto de mudar esses hábitos? É um regresso ao passado? Ao transporte através de cavalos e carroças? Ou é uma evolução no sentido do melhorar as emissões dos aviões, carros, barcos, comboios, etc?

A política ESG (environmental, social and corporate governance) está imparável. Os fundos já não investem em quem usa combustíveis fósseis. Os bancos vão deixar de financiar empresas cujos produtos poluem. Só para terem uma ideia, estão a ver o café em cápsulas de alumínio da Nespresso? Ou as cápsulas de plástico doutras marcas? Pois, têm os dias contados. O futuro são as máquinas que moem o café em grão antes de fazerem o café. Até que a sociedade se aperceba que a electricidade também polui.

E as máscaras do Covid que inundam a terra e o mar? Alguém se preocupou mundialmente em criar uma solução para as reciclar?

Centremo-nos na alimentação. O que é isto de mudar hábitos de alimentação? É acabar com a gordura hidrogenada (margarina e óleos refinados)? É acabar com a desinformação sobre o risco das tóxinas no peixe, ou sobre a qualidade das farinhas que alimentam a aquacultura? Ou é acabar com o consumo de carne por causa dos puns das vacas?

Eu penso que a alimentação tem de melhorar para salvar a humanidade. Mas talvez estejamos a falar de coisas diferentes, porque melhorar a alimentação não é acabar com a carne de vaca, é sim acabar com a margarina, com os cereais processados, com os óleos refinados, com as comidas pré-feitas, com os enchidos e fumados que têm glutamato monossódico (cancerígeno), é acabar com os alimentos processados, com o açúcar refinado. É avisar que o amendoim, apesar de ser natural é altamente tóxico para o ser humano. Mas isto não parece estar na agenda da EGS.  O que está na agenda dos ambientalistas é acabar com o consumo de carne e substituição por sucedâneos (que são potencialmente cancerígenos). Não se pode levar esta ideologia a sério se o ser humano não estiver no centro das preocupações.

Morte à gordura trans, porque a humanidade é importante.

 

publicado às 22:31




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