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Commissaire aux comptes

por Maria Teixeira Alves, em 11.12.14

FranciscoMachadodaCruz.jpg

 

Francisco Machado da Cruz ofereceu-se para ir à Comissão Parlamentar de Inquérito responder. O homem que possui a chave da derrocada do Grupo Espírito Santo é fundamental para perceber tudo sobre o GES.

Há muitas perguntas a fazer ao contabilista da ES International, entre elas:

1 - Quais eram os vários cargos que desempenhava nas empresas do GES? 

2 - O que era e o que fazia a ES International, ou seja, qual era a actividade desta sociedade?

3 - Que tipo de operações fez na ES International? 

4 - Como escondeu o passivo?

5 - Quem lhe pediu para fazer essas operações?

6 - Com quem discutia as contas?

7 - Qual era o papel de Ricardo Salgado na gestão da ESI?

8 - Qual era o papel de José Castella na gestão da ESI?

9 - Quais são os accionistas da ESI?

10 - Os accionistas da ESI recebiam crédito dos bancos do grupo para ir aos aumentos de capital?

10 - Qual é a relação da ESI com a Control? Financiou-a?

11 - Há quanto tempo fazia operações para esconder passivo?

12 - Porque nunca consolidaram as contas?

13 - Qual a relação da ES International com a Eurofin? Há cerca de 800 milhões que foram pagos pela ESI à Eurofin, porquê?

14 - Quando se demite? Porque é que se demite nessa altura e porque assume as culpas sozinho? 

15 - Ricardo Salgado prometeu-lhe uma indemnização? De quanto? 

16 - Sabemos que não recebeu logo a indemnização, recebeu mais tarde?

17 - Porque muda de depoimento entre as declarações aos advogados e as declarações à comissão de auditoria da ESFG?

18 - Quem financiava a ESI? 

19 - O que era a ES Enterprises?

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publicado às 09:43


3 comentários

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De josé pires a 02.01.2015 às 17:50

Boa tarde,
Li o seu livro e deixe-me que lhe diga que é uma vergonha. Percebo que por parte da editora era importante pôr um livro cá fora relacionado com os Espírito Santo. Mas, que diabo, percebe-se que foi escrito ao correr da pena, sem qualquer cuidado estilístico. Pela sua parte tudo bem, até percebo, mas não é suposto haver um revisor de texto, um editor ou seja lá o que for ? É que são tantas as frases desconexas, algumas repetidas, outras sem sentido...
Escrever um livro não é a mesma coisa que colocar, de forma coloquial, uma série de post´s num blogue; ainda não é, pois não?
Cumprimentos e um bom ano
José Gonçalves Pires
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De Maria Teixeira Alves a 06.01.2015 às 14:47

Tem razão, infelizmente quanto à revisão. Posso mandar-lhe a segunda edição que tem os erros mais corrigidos. Infelizmente fugiu ao meu controle as gralhas que nem tempo me deram para as corrigir. Acho no entanto injusto que isso ponha em causa o livro. Modéstia à parte é bom. Frases sem sentido?! Isso gostava que me concretizasse. Para poder corrigir proximamente.
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De Anónimo a 06.01.2015 às 17:52

Boa tarde
Se pensar bem, sendo jornalista, é e não é injusto. Percebe-se perfeitamente o que se passou: por razões comerciais, de mercado, era crucial colocar no mercado um livro assim.
O seu trabalho tem imenso mérito, percebe-se que pesquisou, consultou, falou, ouviu, fez o trabalho de casa. Mas um texto publicado, um qualquer, quanto mais um livro, tem que ser cuidado, não acha?
Sei que a culpa não é, na maior parte, sua, é da editora e das suas razões comerciais.
Eu li o livro até ao fim, não precisa de me mandar a versão corrigida, que agradeço na mesma, mas admita que não é uma sensação agradável para um leitor estar a ler um texto e perceber folha a folha que, devido a essa pressa, não foi sequer revisto.
É só isso que quis dizer, e que mantenho. Não tenho nada contra si nem contra o seu trabalho, mas cabe-nos, a si que escreveu, e a mim, que li, acarinharmos este bem precioso que é a nossa língua.
Há algumas frases sem sentido, sim, parecem-me resultantes de algumas das partes do texto terem sido escritas ao correr da pena e não terem sido revistas.
Não as sublinhei na altura pelo que teria que reler o texto, coisa que de momento me é impossível fazer.
Permita-me apenas que repita que nada tenho contra si, não poderia ter porque nem sequer a conheço, e, não sei se concorda comigo, estas "aventuras" editoriais podem, a prazo, prejudicar os próprios autores.

Cumprimentos, um bom ano e a continuação de bom trabalho

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