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Estou com o Marinho

por Maria Teixeira Alves, em 28.05.13

É preciso um pai e uma mãe.

Os óvulos são das mulheres e espermatozóides são dos homens. 

Esta é uma lei fraudulenta por convida a contornar a lei que proibe a adopção por homossexuais. 

Vocês querem fazer experimentalismo social.

 

Grande Marinho Pinto!

publicado às 00:17


13 comentários

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De João Dias a 28.05.2013 às 06:55

Mas os óvulos não são a mãe nem os espermatozóides são o pai.
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De Maria Teixeira Alves a 28.05.2013 às 13:31

Pois não, são o embrião do pai e mãe.
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De Mafalda Pereira a 29.05.2013 às 17:54

A senhora está a precisar seriamente de umas aulas de biologia. Especialmente sobre os conceitos de espermatozóide, óvulo e embrião! E já agora aproveito para sugerir que veja mais programas do national geographic ou odisseia ou o que preferir. É que não sei se sabe mas a homossexualidade não é uma "aberração" da espécie humana. Se não sabia fica a saber que existe, em diversas espécies animais, comportamentos homossexuais, por diversos motivos e com diversos objetivos, e também existem situações em que crias de determinadas espécies são criadas só por um dos progenitores. Por isso aconselho-a a informar-se antes de defender que, como seres da natureza, os humanos deveriam ser todos heterossexuais e que as suas crias deveriam ter todas um pai e uma mãe.
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De Maria Teixeira Alves a 30.05.2013 às 00:50

Obrigada pela sua opinião.
Mafalda a homossexualidade não é uma "aberração" (as palavras são suas) SÓ da espécie humana. Talvez seja isso que quer dizer.
«Se não sabia fica a saber que existe, em diversas espécies animais, comportamentos homossexuais, por diversos motivos e com diversos objetivos», diz. A Mafalda não se importa de especificar os "diversos motivos e objectivos"? Obrigada.

«existem situações em que crias de determinadas espécies são criadas só por um dos progenitores». É verdade, pela fêmea (não por pares de fêmeas ou de machos em relação de homossexualidade).
Mas mesmo que haja espécies em que as fêmeas criam as crias sem os machos, isso não é igual para todas as espécies. Cada espécie tem a sua natureza, a sua biologia e a sua anatomia.
Também existem espécies em que a fêmea mata o macho depois do acasalamento (os louva-a-deus). E há também outras espécies com sistema reprodutivo atípico. Por exemplo o Cavalo Marinho, onde a incubação das crias é feita nos machos.
Há muita coisa na natureza. Mas qual é a nossa natureza? Essa é a grande questão, e a resposta está na nossa biologia e anatomia.

Não estou a criticar os homossexuais, mas não invento é realidades naturais que não existem.

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De Mafalda Pereira a 31.05.2013 às 16:59

Não querendo correr o risco de tornar a minha resposta cansativa, deixo-lhe aqui um exemplo de algo que lhe pode responder a algumas questões http://www.institutoadediversidade.com.br/geral/pesquisadora-diz-que-a-homossexualidade-presente-esta-presente-em-diversas-especies-na-natureza-ele-pode-ter-vantagens-evolutivas/

Sim, é um artigo da internet... mas também o seu blog o é. Trate-o como entender.
Evidentemente que nada é igual em espécie nenhuma. A grande diferença é que a espécie humana pensa, e isso se calhar em alguns casos torna-se um defeito. Talvez por isso o planeta estivesse melhor sem nós.
Não é a nossa biologia e anatomia, pois por essa ordem de raciocínio então os restantes animais também têm por defeito uma anatomia que à partida "apela" à heterossexualidade.
Quando olha para um peixe macho que mata a fêmea assim que ela põe os ovos, à partida diria que ele não tinha motivos para a matar. Podiam criar os dois os peixinhos, até.
E não se esqueça ainda que há inúmeras espécies que, em vez de matarem progenitores e crias como estamos habituados a ver, adotam crias de pares que são mortos por exemplo, como é o caso dos elefantes.
Agora se isto é ou não um argumento válido... para mim é. E por isso é que isto é tudo muito subjetivo.

Acho que aqui o que importa é que, infelizmente, se formos a analisar os nossos infantários e escolas, vemos exemplos tristes de educação e situação familiar, valores destruturados, personalidades completamente arruinadas. À partida, e tendo em conta que "não se pode", essas crianças não foram criadas por casais do mesmo sexo certamente. Foram criadas em famílias que, pessoas como a Sra. Maria, consideram o que devia ser. Acho que daqui podemos facilmente depreender que não é o sexo dos pais que vai fazer uma criança ser boa ou má humana.
Mais depressa uma criança vai ter problemas psicológicos ou uma vida estragada por ter uma mãe incapaz, a quem a segurança social decidiu não tirar o filho, do que por ter uma ou duas pessoas que a amam e lhe podem transmitir educação e valores.
E isso pode-se ver bem. Felizmente existem muitas provas, em países mais evoluídos (ou não, depende da perspetiva) de que o sexo dos pais não influencia a orientação sexual dos filhos.
E se o problema dos defensores da não adoção por casais do mesmo sexo é o problema da não procriação (não sei se é o caso), convenhamos, não vai haver empregos e não, não vai haver reformas e não e o planeta está sobrepovoado! A Terra agradece!
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De Manuel Marques a 28.05.2013 às 15:15

Boa tarde,

Encontrei o seu blog por acaso. Estava à procura de outra Maria Teixeira Alves, mas apareceu-me outra versão da mesma pessoa. Ou até poderá ser a mesma. Não sei...

Adiante.

Não posso deixar de comentar estas chamadas intervenções, que de educativas, não têm nada.

Face a este mesmo comentário, acho profundamente triste que para si, que é jornalista e vou supor que é uma pessoa formada e com educação, que um pai e uma mãe seja um espermatozoide e um óvulo. Tenho de facto um pai e uma mãe, e nunca, em 28 anos de vida, os vi assim. Como algo tão básico e sem qualquer tipo de valor sentimental.

Se tiver filhos, com certeza que concordará comigo nesta abordagem. Todos nós, mais novos ou mais velhos, com mais ou menos experiência, temos, de facto, um conceito mais alargado no que consiste no ser pai ou mãe.

Com certeza, que também, não deve estar muito atenta ao que a rodeia. E como jornalista, também é triste que não esteja. Diz que se quer fazer "experimentalismo social". Portanto, para si, as famílias de casais do mesmo sexo simplesmente não existem. Devem estar numa realidade que a senhora não vive. E com esta lei, os casais do mesmo sexo vão experimentar o que é ter filhos.

Pensando bem, não me estranha. Até porque o seu conceito de pai e mãe é tão reduzido, que com certeza o seu conceito de filhos é completamente desprovido de qualquer sentimento.

Escreve, noutro post, que Pedro Madeira Rodrigues, foi fantástico na sua intervenção. Portanto, um pai que permite que um filho seja em tenra idade preconceituoso, com certeza que não se importará que este seja racista, xenófobo, e outros tantos valores extremamente importantes na educação. Se tiver filhos, parabéns pela excelente educação que transmite. Se tiver um filho homossexual (e não saiba) parabéns por estar a criar uma pessoa que irá sempre ter medo de falar e confiar na mãe. Mas espere...a senhora é só um óvulo.

Finalmente, pegando no seu argumento que é preciso um pai ou uma mãe, anula portanto qualquer tipo de família em que só exista um pai ou uma mãe, ou até sem pais. Porque existem, e provavelmente convive com isso. Nem que seja no colégio/escola/ambientes sociais que os seus filhos (caso tenha) frequentam. Portanto, essas pessoas são menos família, porque falta o espermatozoide ou o óvulo, ou ambos. E até, provavelmente, são pessoas menos bem formadas, mal educadas. Isto, calculo que na sua opinião.

Não é preciso um pai e uma mãe. É preciso educação. A boa educação vem de variadíssimas formas, e concluo, que a senhora deve ter escapado um dos estágios de Piaget.

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De Maria Teixeira Alves a 29.05.2013 às 11:21

Acho que tem muitas certezas sobre coisa nenhuma. O que é a educação? Isso é, por exemplo, um amplo campo de discussão. Eu também defendo a educação como estrutura, sobretudo numa criança adoptada, mas para mim educação passa, por exemplo, por não ter duas mães ou dois pais.
Quanto ao seu comentário sobre o Pedro Madeira Rodrigues é de quem tem uma visão deturpada, mas tão deturpada da realidade, que nem merece comentários. De repente acham que defender que uma criança tenha um pai e uma mãe é uma coisa preconceituosa. My god.... ainda bem que a maioria da população ainda não pensa assim.
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De Manuel Marques a 29.05.2013 às 15:34

Boa tarde,

Claramente, a sua capacidade de interpretação como jornalista e como escritora de Blog, deixa muito a desejar.

Em primeiro lugar, a educação surge através de vários agentes. Há crianças que não são educadas pelos pais, e sim pelos familiares, professores, etc.

Conheço imensas crianças, agora adultos, que foram criados por outros membros da família, porque os pais estavam a trabalhar fora. Desta forma, poderiam ser igualmente educados por dois pais ou duas mães. Calculo que se foram educados por dois irmãos do sexo masculino ou feminino, já não lhe deve causar nenhum dissabor.

Portanto esse seu argumento vale zero na nossa realidade.

Em relação à passagem de Pedro Madeira Rodrigues, reforço aqui ainda mais, a sua pouca capacidade de interpretação. O que eu disse foi que permitir a um filho que diga "estupidez" a coadopção é, claramente, um passo para a descriminação social. E se não entender isso, tenho pena. Não pus em causa o facto de ser filho de pai e mãe. Não adopto o mesma linha pensamento que a senhora. Se fosse um filho meu, diria que existe de facto famílias de casais do mesmo sexo e prosseguia com a, chamada, abertura de mentes.

Utiliza como slogan "este blog não se bate por nenhuma causa". Repense na sua estratégia.

Resta-me concluir, que se se prende apenas pelo bom gosto, tenha por favor o bom gosto de se assumir como homofóbica, e poupe-nos a argumentos sem sentido nenhum. Ficava-lhe melhor.

Cumprimentos
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De Maria Teixeira Alves a 29.05.2013 às 17:07

Acho que não pode dizer que os meus argumentos não têm sentido nenhum. Porque eles têm um sentido muito claro, seguem uma lógica que tem como epicentro a consciência de que somos, antes de mais, seres da natureza.
Em relação ao facto do meu slogan dizer que este blog não se bate por nenhuma causa, posso aceitar a crítica. Mas quando escrevi o slogan não achei que teria de fazer da minha opinião uma causa.
Não se bater por nenhuma causa, não quer dizer que não se tenha uma opinião sobre um tema, quer apenas dizer que o motivo de existência do blog é publicar coisas belas.
Infelizmente a reacção à minha opinião foi tão violenta (!!!) que tenho de me bater pela causa que expressei no meu post de opinião.
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De Caetana Holstein a 31.05.2013 às 18:47

Boa tarde Mafalda.

Antes demais há que lhe tirar o chapéu pela forma como contornou o termo "homofóbica" com que o Manuel Marques, tão violentamente, a tentou rotular. Como jornalista é natural que o fizesse, mas eu pergunto-lhe directamente: considera-se uma pessoa homofóbica?

Antes de me responder por "portas e travessas", pense no seguinte: se não foi aprovada nenhuma lei que permita uma "família" heterosexual adoptar uma criança (existim sim diversos parâmetros que são considerados/avaliados), porque é que tem de haver uma para uma família homossexual? Não foram os direitos humanos escritos para todos os indivíduos? Ou não é de indivíduos que estamos a falar aqui?

Acima falava também da sua natureza. Eu vou adoptar o conceito "normalidade", que me apraz. O que é normal para si? Não acha este um conceito bastante variável e subjectivo? Eu sou a matriarca de uma FAMÍLIA heterosexual, mas confesso que por vezes tenho vergonha de pessoas ditas normais que usam e abusam do seu poder/direito de pôr crianças no mundo ou adoptar sem que tenham a condição mais básica de todas: amor para dar. É era a isto que o pensamento das pessoas se devia reduzir, isto é, se esses futuros dois pais, duas mães ou um pai e uma mãe iram proporcionar tudo o que estiver ao seu alcance às crianças.

Tenho pena de pessoas como você. E pena que se inclua na mesma categoria que eu: de formada e, supostamente, inteligente, pois este tipo de opiniões nunca deveria vir de alguém assim. Acho aceitável em pessoas com fraca formação (principalmente enquanto indivíduos), agora em pseudo tias com Teixeira da parte da mãe e Alves da parte do pai, que se dizem inteligentes e ainda se acham no direito de emitirem este tipo de opiniões publicamente, não! E sabe porque não compreendo? Porque é preciso não ter formação nenhuma enquanto indivíduo para preferir ter uma criança numa instituição do que na casa de dois pais ou duas mães felizes!
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De Maria Teixeira Alves a 01.06.2013 às 02:32

Acho que o Teixeira da parte da mãe e o Alves da parte do pai não determina se as pessoas são inteligentes ou não. Acho que é falta de inteligência da sua parte (deve ser muito nova) chamar os outros de preconceituosos e depois tentar atirar com um preconceito (a mim não me ofende nada como imagina, porque tenho pessoas muito próximas, mais Holstein que a menina, e mais que Holstein, que pensam como eu e acham aberrante o que a menina pensa). :)
Acho que para quem vem apelar à igualdade e depois vem com estas coisas (snob = sine nobilitate) revela logo que não sabe destinguir o bem do mal, e como lhe deviam ter ensinado, se não sabe destinguir o bem do mal não tem qualquer nobreza, a nobreza está antes de mais no carácter, e se a menina não o tem, não é o nome que lhe vai dar.
A caetana diz "Porque é preciso não ter formação nenhuma enquanto indivíduo para preferir ter uma criança numa instituição do que na casa de dois pais ou duas mães felizes". Ora eu acho que ter estado o presidente do Refúgio Aboim Ascenção, Luís Villas Boas, no Prós e Contras do lado CONTRA a lei da Co-adopção para homossexuais, responde a essa sua falsa questão, e desmente-a categoricamente. De resto diz que é matriarca de uma familia heterossexual, não percebo a necessidade desse conceito, uma vez que para mim só existem familias e familias monoparentais e nada mais.
Podia continuar a rebater o seu enorme comentário, mas parece-me que para já chega.
Olhe, mas obrigada pela sua opinião.
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De Maria Teixeira Alves a 01.06.2013 às 03:08

Já agora, a Caetana é filha de quem? É que andei a perguntar e ninguém sabe de nenhuma Caetana.
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De Maria Teixeira Alves a 02.06.2013 às 20:29

Já agora e para que fique claro, o mais importante do meu comentário ao seu, e aquele que responde a todas as suas perguntas é "revela logo que não sabe destinguir o bem do mal"

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