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Coisas que aprendi...

por Maria Teixeira Alves, em 03.06.12

1) Antes ainda achava que éramos responsáveis por sermos ou não gostados e amados, hoje tenho a certeza que não depende das nossas atitudes, elas são meramente argumentos. Gostarem ou não de nós depende de factores exógenos a nós e à nossa vontade.

 

2) Se nos aproximamos muito de quem tem concepções de bem e de mal diferentes das nossas, mais cedo ou mais tarde essa aventura tem o seu revés. O mesmo se passa com a inteligência, ela parece um acessório, mas em situações de crise ela é uma tábua de salvação. Relacionarmo-nos com pessoas abaixo da nossa condição intelectual é francamente perigoso.

publicado às 03:24


4 comentários

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De António Agostinho a 03.06.2012 às 15:00

Não quererá dizer acessório?
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De António Pereira de Carvalho a 04.06.2012 às 20:13

“O mal de se tratar um inferior como igual é que ele logo se julga superior”
Millôr Fernandes
(16.8.1923-27.3.2012)
88 anos
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De António Pereira de Carvalho a 05.06.2012 às 03:18

"A beleza agrada aos olhos, mas é a doçura das acções que encanta a alma."
Voltaire
(1694-1778)

“É o coração que faz o carácter”
Eça de Queiroz
(1845-1900)

Para as MULHERES e HOMENS de CARÁCTER sempre assim foi e sempre assim será... Para os outros, ESCRAVOS das situações de NÃO AMOR e NÃO SAUDÁVEIS, estarão sempre nos sítios e nas relações, pelos motivos errados... Distância, distância, distância... E como diria o meu Pai, "gente que não interessa" ou "não se faz caso, se não tinha que haver muita estalada"...
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De António Pereira de Carvalho a 05.06.2012 às 16:12

“O que eu prezo acima de tudo num homem é a sua personalidade de raiz, a sua capacidade de amizade, a sua autenticidade. As ideias são um revestimento transitório e às vezes enganoso. O essencial num homem não muda; o que muda é a situação, e esta às vezes faz aparecer o que estava escondido.”
António José Saraiva. Paris, 18 de Outubro de 1964

Lembrei-me desta passagem...

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