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Todos os herdeiros das actuais monarquias reinantes europeias estão casados com plebeias ou plebeus, sem sangue real nem aristocrata, descendentes de taxistas, mineiros, piratas etc. E ainda bem, se os nobres continuassem sempre a casar entre si acabariam feios, gordos, estúpidos e com graves problemas de saúde, como era o caso antigamente (salvo raras excepções). O sangue deve ser renovado e Alberto do Mónaco também não quis fugir à regra. Já a noiva é que parece ter querido fugir-lhe a dias do casamento, segundo o L'Express, pelo menos.
Quem acompanhou a emissão televisiva há-de ter estranhado a falta do habitual carinho e sorrizinhos entre os noivos, as mãos dadas com demasiada força etc. Nada disso, Alberto mal olhou para a noiva, nunca sorriu e quando ela chorou não se mostrou afectado. As famosas irmãs idem, nem um sorriso para as câmaras, excepto quando posaram para as revistas. E por isto só quem viu a emissão televisiva (e está em casa desempregado) pôde aperceber-se desta frieza, o que as revistas mostram não é real (e também tenho visto muitas já que a minha mãe está no hospital).
Alberto do Mónaco precisa urgentemente de um filho, caso contrário o principado volta para o domínio francês, (segundo dizem na Visão). Para esse fim escolheu uma ariana de excelente forma física, mas de cabeça muito instável pois a rapariga não pensou duas vezes antes de pôr em perigo o nome, os negócios, a diplomacia e a própria existência do pequeno principado. Isto promete a boa trapalhada amorosa a que o Mónaco já nos habituou.