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Este Henricartoon é top

por Maria Teixeira Alves, em 28.10.15

Dia do leão

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publicado às 01:43

O que é natural é bom, o que não é...

por Maria Teixeira Alves, em 27.10.15

Não há slogan mais banal e ao mesmo tempo tão verdadeiro que este: o que é natural é bom. Eu aperfeiçoaria para o que é natural é verdadeiro. Defensora como sou das regras da natureza  em tantas coisas – prometo não falar das leis que a esquerda se prepara para levar ao Parlamento, uma vez que não servindo de nada os meus alertas perante um hemiclo com mais deputados de esquerda do que de direita, então mais vale não os fazer. Resta-me sempre aquela frase: pai perdoa-os, eles não sabem o que fazem – não podia deixar de ser também na alimentação.

Vem isto a propósito do relatório sobre cancro da Organização Mundial de Saúde que conclui que as carnes processadas são cancerígenas. Mais concretamente, segundo o documento, 50 gramas de carne processada por dia, o equivalente a duas fatias de bacon, aumentam a chance de desenvolver cancrocolorretal em 18%. Nisto eu acredito. Salsichas, enchidos, fiambre, bacon, presunto, todos os fumados, são de evitar. 

Mas já em relação à carne vermelha, onde a Agência Internacional de Investigação do Cancro inclui a carne de vaca, de borrego ou de porco, que a OMS classificou como sendo “provavelmente cancerígena nos humanos”, deixa-me de sobreaviso. Até porque "provavelmente" é muito pouco fiável para uma organização com aquela credibilidade. A não ser que esse risco surja das rações que comem, a carne de boa qualidade em si não pode matar os humanos, tenho as maiores dúvidas, uma vez que os humanos foram feitos para comer carne (entre outras coisas), e a natureza, para bem ou para o mal, é soberana. Só se for na terceira idade que a carne possa fazer mal. O homem era caçador na origem, o homem é caçador por natureza, não nos podemos esquecer.

Quanto a mim, continuarei a comer bifes, enquanto puder pagar e puder escolher a carne pela sua qualidade. Os enchidos quase nem lhes toco. Nunca fui fã, e nunca abusei de carnes processadas porque não adoro. 

Mas tenho muitos amigos gourmets à antiga portuguesa, que adoram os pratos de enchidos com vinho tinto, e não falham um presuntinho.

Hoje, mal acordei lembrei-me de um grande amigo fã de comezainas. Liguei-lhe a dizer que as suas morcelas fritas estavam na lista negra da OMS. Respondeu-me: São uns possidónios!

É bem visto.

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publicado às 23:12

E o culpado é mesmo a chouriça!

por António Canavarro, em 27.10.15

 Encontrei esta imagem no blog de Pedro Ribeiro. O rapaz que nos acorda na Comercial e aconselho que leiam o ele escreve.

As nossa vidas vão andar ao avesso! Não bastava o Costa agora o culpado é mesmo a chouriça! 

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publicado às 21:09

Uma questão de fomes!

por António Canavarro, em 27.10.15

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 Luaty Beirão acaba greve de fome.

António Costa continua esfomeado!

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publicado às 14:23

Uma piada porque as somas estão na moda

por António Canavarro, em 27.10.15

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publicado às 11:09

Vale a pena ler o artigo do João Miguel Tavares

por Maria Teixeira Alves, em 27.10.15

Acordei hoje com um artigo do Público do Joào Miguel Tavares que recomendo.

Chama-se "António Costa anda a aldrabar-nos" e diz, entre outras coisas o seguinte: A seriedade deste procedimento é nula. Quase toda a gente achou que Cavaco foi excessivo na sua intervenção, mas parece-me que quase toda a gente desvalorizou a passagem mais importante do seu discurso. O Presidente falou de forma muito directa de uma “alternativa claramente inconsistente sugerida por outras forças políticas”, acrescentando de seguida: “É significativo que não tenham sido apresentadas, por essas forças políticas, garantias de uma solução alternativa estável, duradoura e credível.” Convém olhar bem para os adjectivos usados por Cavaco e compará-los com aqueles que polvilhavam a frase mais importante proferida por António Costa após o encontro entre ambos no dia 12 de Outubro. Disse então o líder do PS: “Tive ocasião de informar o Presidente da República sobre a criação de condições para podermos ter em Portugal um governo que seja estável, credível e consistente para os próximos quatro anos.” (...) não terá sido por milagre que os adjectivos que ele escolheu na sua comunicação encaixam na perfeição nos adjectivos que António Costa utilizou à saída de Belém. Costa falou em governo estável, Cavaco disse que não havia solução estável. Costa falou em governo credível, Cavaco disse que não havia solução credível. Costa falou em governo consistente, Cavaco disse que a alternativa era “claramente inconsistente”. Costa falou em governo “para os próximos quatro anos”, Cavaco disse que não havia uma solução “duradoura”.

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publicado às 08:40

O mais provável é que António Costa, quando conseguir ser indigitado para primeiro ministro com o argumento de que "a esquerda" é maioritária no Parlamento, faça um acordo com a coligação (PaF) ou com o PSD para deixar passar os seus Orçamentos e se marimbe para o PCP e o Bloco de Esquerda. António Costa vai fazer o golpe palaciano, vai usar a esquerda como argumento e vai-se marimbar para ela quando for poder. Escrevam na pedra. 

P.S. Isto é, António Costa vê o seu Governo aprovado pela CDU e Bloco, mas quando chegar a vez dos Orçamentos de Estado (pró-pacto de estabilidade), vai contar com o PSD para os deixar passar e vai deixar cair as exigências do PCP e Bloco. 

 

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publicado às 12:03

Dito no Governo Sombra

por Maria Teixeira Alves, em 25.10.15

O João Miguel Tavares diz, e bem, que o Antonio Costa aproveitou o facto de o Presidente da República estar com os poderes diminuídos para tomar de assalto a Assembleia da República.

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publicado às 01:32

Vêm aí as invasões bárbaras

por Maria Teixeira Alves, em 24.10.15

Alguém publicou no Facebook este artigo do Expresso, em que é relatada a suposta "inversão" dos deputados dito seguristas. Ora eu, daquilo que conheço da natureza humana, sei que mesmo os opositores da mesma família, se unem quando está em causa o poder da família. Para quem acha que o Presidente da República com o seu discurso uniu as esquerdas, digo-vos que é uma táctica fazer de Cavaco Silva o bode expiatório da união dentro do PS, 

Acho que esses deputados da minoria segurista nunca iriam votar contra o partido. Acho que o discurso de Cavaco Silva não é contra o PS é, pelo contrário, um puxão de orelhas a António Costa, e bem dado porque um acordo parlamentar com partidos que escolheram ter programas de governo que os excluem do arco da governação não dá qualquer estabilidade. Acho que os seguristas estavam à procura de um bode expiatório para ficarem do lado do Costa porque se ele for para o poder eles ganham com isso. E acho que vêm aí as invasões bárbaras!

Infelizmente nós é que somos os ratos dessa experiência de laboratório.

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publicado às 12:29

Discurso de Cavaco é puxão de orelhas a António Costa

por Maria Teixeira Alves, em 22.10.15

Eis o que acaba de dizer o Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva:

Portugal precisa de uma solução governativa que assegure a estabilidade política e que permita cumprir os compromissos internacionais historicamente assumidos e as grandes opções estratégicas adoptadas (sufragadas nas eleições de 4 de Outubro). 
Lamento profundamente que numa altura em que importa consolidar a trajectoria de crescimento e de criação de emprego, interesses conjunturais se tenham sobreposto à salvaguarda do superior interesse nacional.
Indigitei hoje Pedro Passos Coelho para formar governo. Líder do maior partido da coligação que venceu as eleições.

Tive presente que em 40 anos de democracia portuguesa o partido mais votado foi convidado a formar Governo.

Tive também presente que a UE é uma opção estratégica do país. Fora da União Europeia e da zona euro o futuro de Portugal seria catastrófico.

Em 40 anos de democracia nunca os Governos de Portugal dependeram de forças políticas anti-europeístas (puxão de orelhas à aliança conveniente da esquerda que inclui partidos anti-europeístas e anti-Nato).

É meu dever impedir que seja posta em causa a credibilidade e confiança dos mercados no país.

É incompreensivel que as forças partidárias europeístas não tenham chegado a um entendimento quando há pouco tempo na Assembleia da República,  votaram em conjunto a aprovação dos Tratado orçamental, tratado de lisboa e mecanismo europeu de estabilidade  (os demais partidos votaram sempre contra).

Se o governo formado pela coligação vencedora pode não assegurar inteiramente a estabilidade que o país precisa, considero ser muito mais grave as consequências financeiras, economicas e sociais de uma alternativa claramente inconsistente sugerida por outras forças políticas (que não apresentaram garantias de uma solução alternativa, estável, duradoira e credível ). 

A nomeação do primeiro-ministro pelo PR não encerra a formação do Governo, cabe aos deputados da Assembleia da República a última palavra. A rejeição do programa do governo implica a sua demissão. É pois aos deputados que cabe apreciar o programa de governo no prazo de 10 dias depois de nomeado, e decidir em consciência e tendo em conta o superior interesse nacional.

Eu assumo as minhas responsabilidades constitucionais 

Compete agora aos senhores deputados assumir as suas.

O que se retira daqui.

Um grande puxão de orelhas a António Costa e á sua frágil coligação de esquerda. 

Um lamento à falta de entendimento dos partidos europeístas. 

Um claro chumbo à solução de um Governo que alie forças anti-europeístas. Chama-lhe mesmo grave.

E, em tom grave como nunca se viu, apela à responsabilidade (individual) de cada deputado, a chamar os deputados para votarem pela sua consciência e não por disciplina de voto.

António Costa propôs um acordo com os partidos de esquerda (BE e PCP) que não passa de um acordo de incidência parlamentar. O PS insiste nisso pela boca do João Soares.

Marco António Costa, do PSD, por sua vez diz que a decisão do Presidente da República constitui o respeito pela expressão democrática do acto eleitoral.

 

 

 

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publicado às 20:17




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