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Haja arte

por António Canavarro, em 14.09.15

Agora vou pintar. É tão higiénico que o mundo e as chatices parecem não existir. Haja arte. Estamos safos!

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publicado às 17:19

O nosso rumo

por António Canavarro, em 14.09.15

papa.jpg

 

Já escrevi aqui quanto gosto do Papa Francisco. Hoje escrevo para dizer que gostei da entrevista que ele deu à Renascença.

Gosto, principalmente, quando ele diz "que o grande desafio da Europa é voltar a ser a mãe Europa”. Resta saber se a Europa será capaz de se recentrar?

É o nosso rumo. Haja coragem!!!

 

 

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publicado às 14:36

Uma ideia

por António Canavarro, em 14.09.15

A Comissão Nacional de Eleições, que parece ser gente séria, está preocupada com a promiscuidade entre o futebol e a política. De facto, só num país como o nosso, realizar jogos de futebol num dia de sufrágio não é grande ideia. É "pouco sensato”, dizem!

Não é mesmo. Mas eu tenho uma ideia que pode ser vantajosa. Jogos à porta fechada, sem adeptos. Esses vão votar, e os jogadores que joguem. Não é verdade que a maioria dos planteis é composto por estrangeiros?

Fica a ideia…

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publicado às 13:21

Um acordo que já era...

por António Canavarro, em 14.09.15

Três países já suspenderam acordo de Schengen...

E o que virá a seguir?

 

P.S. - Já agora porque os partidos da governação, incluindo os socialistas, não falam disto?

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publicado às 13:12
editado por Maria Teixeira Alves às 22:25

O Circo e o pragmatismo

por António Canavarro, em 14.09.15

WP_20150912_017.jpg

Como habitualmente, realizou-se na Casa-Museu mais um exercício de democracia, convidando as forças políticas correntes às eleições legislativas de 4 de Outubro a participarem num debate, que este ano teve duas variantes: Os eleitores interrogaram os futuros eleitos, como convida-mos as novas forças concorrentes, como as que habitualmente não tem expressão eleitoral.

 

O debate realizou-se em dois distintos, dias 12 e 13 de Setembro, sendo que foi realizado entre as forças de menor expressão, ou que concorrem pela primeira vez, teve maior interesse e foi mais estimulante.

No dia 12, na mesma mesa, estiveram presentes os suspeitos do costume e duas novas forças políticas, o Livre -Tempo de Avançar e o Partido Democrático Republicano, uma força política que, dependendo do seu sucesso eleitoral, poderá ou não ser um “caso de estudo”. O PDR pode ser visto como uma espécie de força “unipessoal”, pois gravita em volta de um nome: o Eurodeputado António Marinho e Pinto. Os do costume apresentaram as cassetes do costume, inclusive os partidos do arco da governação. O que, reconheça-se, era espectável!

 

Habitualmente a campanha eleitoral, pelo folclore que nos habituou, confunde-se com um circo. Há lá de tudo: palhaços, malabaristas e, claro está, a assistência que tem, dê para onde der, a faca e o queijo na mão. E por muito que o português queira mudar, dando oportunidade a outros, sabe que, tal como os artistas nos seus malabarismos políticos, precisa de uma rede. De uma rede que o proteja de uma queda fatal, ou seja, caucionando o seu sufrágio ora na coligação, ora nos socialistas. Porque, ganhe quem ganhar, as políticas serão invariavelmente as mesmas! Aliás, não é por acaso que as “geometrias ideológicas” foram arrumadas na gaveta. Tinha ser que assim. A situação do país, pese embora em desfavor de um certo saudosismo, obriga-o. Hoje, tanto o PS como a coligação, são “farinha do mesmo saco”!

 A 4 de Outubro, ganhe quem ganhar, vencerá o pragmatismo!

 

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publicado às 12:54

Mundo Moderno

por Maria Teixeira Alves, em 12.09.15

As imagens são de autoria do ilustrador francês Jean Jullien em parceria com dois outros ilustradores, criadores da página News of the Times

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publicado às 00:42

A importância dos debates (by Monty Python)

por Maria Teixeira Alves, em 11.09.15

 

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publicado às 21:11

Uma questão de coração (e algum realismo)

por António Canavarro, em 11.09.15

 

Ontem, no meu mural no Facebook, escrevi: “ Cada vez gosto mais da chanceler alemã, tomara que existissem outros assim neste decrépito continente.” É verdade, cada vez gosto mais de Angela Merkel.

Não porque Merkel tirou várias selfies com refugiados, mas porque tem estofo. Tem o estofo que falta aos demais líderes europeus. Bem sei que, tal como nos almoços, estas “selfies” não são de graça. Há frieza gélida na mente desta mulher e pragmatismo suficiente para ela se confirmar como a nossa locomotiva.

No entanto a questão dos refugiados, pelo menos aqui em Portugal, parece passar ao lado. Pelo menos não tenho ouvido grandes discursos sobre este tema na campanha eleitoral. De facto, antes de adoptarmos soluções para estes pobres coitados é preciso olhar para dentro, e encontrar soluções para os nossos miseráveis. Não conheço os número mas são muitos os que dormem ao relento, debaixo das pontes! Não obstante é bom seremos solidários, e mesmo que simbolicamente, dar as mãos e transmitir a ideia que eles não nos passam ao lado. Somos todos seres humanos. É por isso que decidi estar hoje presente, defronte da Sé de Santarém, pelas 21 horas, numa uma acção de "solidariedade e afecto" para com os migrantes, organizada pelo movimento cívico 'No Coração da Cidade', e que conta com o apoio da diocése de Santarém.

Faço-o, porque tal como eles e a Angela, eu tenho coração. E não o quero perder!

 

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publicado às 13:03

A democracia passa por aqui

por António Canavarro, em 10.09.15

DEBATE.jpg

Desde sempre na Fundação Passos Canavarro, e em espaços que nos eram cedidos, ou agora na Casa-Museu, realizamos debates a propósito dos mais diversos actos eleitorais. Os mais concorridos são sempre os que se realizam em tempos de eleições locais. Já o debate sobre eleições europeias é, regra geral, para as moscas. É normal, mas não é natural!

Não é natural porque as pessoas ainda não entenderam a importância que a Europa e as questões europeias tem nas nossas vidas, como não é normal que a questão da migração não tenha sido abordada ontem.

Gostaria de saber se Costa ainda os quer meter a tomar conta da nossa floresta?

Também é normal que os debates à volta das eleições autárquicas tenham maior impacto. É uma questão de proximidade! Porém como há que variar, procurando afastar as moscas da assistência, decidimos alterar o figurino do debate. Assim, e em dois dias distintos, a 12 e 13 de Setembro, pelas 17 horas, no jardim da Casa-Museu Passos Canavarro, todos os partidos e coligações que concorrem no Distrito de Santarém foram convidados. Há para todos os gostos e feitios, porque achamos que a democracia não deve impedir ninguém de dizer o que pensa. Sejam dos extremos, da direita, da esquerda ou do centro. Todos, mas mesmos todos, foram convidados. Não é para ligarem as cassetes, até porque é coisa “vintage”, mas para responderem aos anseios dos eleitores. Sim, a democracia passa por aqui, e dia 4 de Outubro, é bom lembrar que somos nós que tem a faca e o queijo na mão!

 

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publicado às 17:20

Um retrato de António Costa feito por um leitor

por Maria Teixeira Alves, em 10.09.15

Deixaram este comentário a um post meu no Corta-Fitas, e eu achei tão bom que vou reproduzi-lo aqui:

Foi um suplício assistir àquela seca e confesso que houve momentos em que mudei de canal. É extraordinário como o Passos Coelho não conseguiu desmontar com uma frase, nem é preciso mais, a "obra" do Costa na Câmara de Lisboa. A Câmara de Lisboa é a entidade mais subsidiada do país, só tem de fazer obras, pagar a funcionários, e quando se lhe acaba o dinheiro vai pedir ao Governo. Alguma vez isso é modelo para o país? Portugal não funciona assim, muito menos agora com as regras do Tratado Orçamental. O Costa diminuiu a dívida da Câmara devido a uma receita extraordinária, ainda por cima por uma decisão do Governo, não foi mérito da gestão socialista da Câmara. Então a esquerda anda a atacar o Governo com as privatizações e o Primeiro-ministro deixa passar esta? Só se lembrou da venda dos terrenos do aeroporto no final do debate e mesmo assim deixou o Costa ficar com a última palavra.

Foram várias as vezes que dei um murro no sofá de frustração porque o Costa não levou a resposta que devia. O PS é um partido unipessoal que vive da imagem do seu líder e da construção mediática em torno da sua "obra" na Câmara de Lisboa. A sua imagem passa incólume à forma como tratou António José Seguro e como agora despreza José Sócrates (não que isso me interesse, porque estão os dois bem um para o outro), apesar de ter tido o seu apoio e financiamento para chegar à liderança do PS. Isto diz muito da personalidade de António Costa. Já nem falo no Costa Ministro da Justiça, nomeadamente na sua intervenção no processo Casa Pia e nas alterações à Lei na sequência desse processo, ou na sua megalomania como Ministro da Administração Interna, entregando à GNR lanchas rápidas para vigilância marítima, obrigando o país a gastar ainda mais dinheiro devida à duplicação de meios (felizmente que não teve tempo de fazer mais asneiras...).


A demagogia e a aldrabice ficaram patentes na forma como descreve os efeitos da austeridade imposta pelos credores, omitindo porque é que Portugal ficou sem dinheiro e a Troika tutelou Portugal durante três anos. Além disso, todo o programa socialista é um exercício bacoco efectuado por economistas supostamente competentes, evidenciando o vazio que é o PS neste momento. Tal não é nada de diferente em relação ao que Guterres havia feito com os Estados Gerais, e depois foi o que se viu.

Não gostei da falta de intensidade e da dispersão do Primeiro-ministro. A mensagem tem de ser clara e concisa. O adversário não pode ficar sem resposta, os "moderadores" que se lixem. A esquerda está a usar as perguntas nos debates para fazer acusações e depois o Passos e o Portas têm de se ficar e só responder para o futuro? Não pode ser. Já na terça-feira com a bloquista foi a mesma coisa. Ela não apresentava medidas, só fazia acusações e queixinhas, e quando chegava a vez do Portas a "moderadora" queria que este só falasse no futuro e não pudesse rebatar a outra.

Não é possível construir o futuro sem entender o passado e por isso não se pode deixar o PS passar por entre os pingos da chuva na matéria da dívida, do Euro ou da integração europeia. Não se pode mudar tantas vezes de posição como o PS mudou. Não se pode ser pró-Syriza num dia e no outro já nem conhecer os gregos (não admira que o Costa faça o mesmo ao Sócrates...), não se pode ser europeísta quando a Europa nos financia o modo de vida e passar a ser "nacionalista" quando as regras ficam mais apertadas, não nos podemos queixar do "protectorado" quando temos de reduzir a dívida e já não nos importarmos quando nos obrigam a receber refugiados sem qualquer critério. Os hipócritas e os cínicos podem. O PS pode, à cara podre, por isso é que não merece confiança nenhuma.

 

De Anónimo a 10.09.2015 às 09:51

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publicado às 12:20




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