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Dia Mundial da Rádio II

por Maria Teixeira Alves, em 14.02.15

A Menina da Rádio, no tempo em que se chamava telefonia.

publicado às 01:25

A melhor maneira de celebrar o Dia Mundial da Rádio

por Maria Teixeira Alves, em 13.02.15

Os Dias da Rádio by Woody Allen

publicado às 20:07

O qualquer mulher gostava de ouvir

por Maria Teixeira Alves, em 13.02.15

"I love her and that´s the beginning of everything"

F.Scott Fitzgerald

publicado às 01:30

Cromos

por António Canavarro, em 12.02.15

cromos.jpg

 Não deixa de ser curiosa a forma como estes acontecimentos mediáticos são tratados até ao último pormenor. É natural que assim seja: afinal eles são cromos! Hoje são músicos, e dentro de dias, num espectáculo porventura ainda mais mediático as “flores de estufa”  - na atribuição dos Óscares – são cromos da 7º arte!

De facto, sejam lá quem forem, venham de onde vierem, tenham ou não massa cinzenta, o mundo é deles. O  mundo é dos cromos!

publicado às 15:10

As noites mal dormidas de Tsipras

por António Canavarro, em 12.02.15

"Numa das bancadas da oposição, um deputado diz para o camarada do lado:
- Esta noite tive um sonho horrível.

O camarada do lado:
- Então, o que foi?

O outro:
- Sonhei que já estava no governo e que tinha de fazer tudo o que sempre
 critiquei aos que lá estão agora…"

 

Perante esta anedota, até imagino as noites mal dormidas de  Alexis Tsipras...

publicado às 10:44

Varoufakis troca gravata por cachecol Burberry

por Maria Teixeira Alves, em 11.02.15

É conhecido o orgulho do partido de esquerda grego que está no Governo por banir as gravatas. Deduzo que o aspecto simbólico da gravata tenha a mensagem de se apresentar como anti-capitalista. Mas esqueceu-se de banir o cachecol Burberry, ícone do luxo inglês. Cada cachecol custa quase 400 euros, só para esclarecer.

Psst Varoufakis, esse cachecol fica péssimamente com essa camisa....

FMI. Lagarde dá a mão a Varoufakis

publicado às 20:24

O melhor filme vai ser...

por Maria Teixeira Alves, em 06.02.15

Birdman

publicado às 23:05

Manhas

por Maria Teixeira Alves, em 05.02.15

José Guilherme falha comissão de inquérito do BES
O construtor benfeitor, como eu lhe chamo no meu livro, já inventou tudo o que pode para se escapar à Comissão Parlamentar de Inquérito ao caso BES. Já mandou dizer que era surdo. Depois mandou dizer que não sabe falar, nem é letrado. Depois que estava doente. Agora que está em Angola. Até o seu advogado do Porto – alguém com um nome banal, tipo Zé Ribeiro, mas não me lembro do nome – puxou pelo socialismo para convencer os deputados do mesmo partido a desistirem de chamarem o seu cliente. O advogado, que se assume socialista, chegou a tratar os deputados por camaradas! Talvez na tentativa de os tentar comover.

Mas o autor do presente de 14 milhões é uma peça chave em todo este processo. Isso é.

publicado às 01:50

A insustentável distância entre Portugal e Espanha

por Maria Teixeira Alves, em 04.02.15

Em Espanha, naquele país que teve uma enorme bolha imobiliária (sintoma de uma corrupçãozinha que está entranhada no país vizinho), os bancos chegaram ao fim de 2014 com bons lucros. O Santander, maior banco europeu em valor de mercado, viu subir em 39,3% o resultado líquido no ano passado, conseguindo passar dos 4.175 milhões de euros alcançados em 2013 para os 5.816 milhões de euros em 2014. O BBVA aumentou lucros em 25,7% para 2,6 mil milhões de euros em 2014. A contribuir para o aumento do resultado líquido está a recuperação do mercado doméstico em Espanha. 
A CaixaBank, dono de 44% do banco português BPI, registou lucros de 620 milhões de euros em 2014, o que representa um acréscimo de 96,3% face ao ano anterior após um ajuste contabilístico das contas de 2013. Sem este ajuste, ainda assim, o crescimento de 2014 seria de 23,2%. 
Espanha teve os seus bancos intervencionados pela troika. Espanha também teve bancos falidos. Em Maio de 2012, o espanhol Bankia recebeu duas injecções do Estado no valor de 22 mil milhões de euros. O mega-resgate levou as taxas da dívida pública espanhola a tocarem na perigosa fasquia de 6% e Madrid teve de solicitar à União Europeia um programa de resgate à banca. Após as perdas de 19 mil milhões de euros em 2012, o banco que resultou da fusão entre sete ‘cajas de ahorro' regressou aos lucros em 2013 com um resultado de 395 milhões de euros.
E em Portugal?

Portugal orgulha-se de ter bancos modernos, que nunca investiram em obrigações subprime, que não tiveram uma bolha imobiliária. Mas...
O BPI apresentou recentemente os seus resultados de 2014. Teve um prejuízo de 161,6 milhões de euros o que compara com um lucro de 66,8 milhões de euros em 2013. O BPI, muito dependente da actividade do seu banco em Angola, poderá ainda ter dificuldades acrescidas devido a alterações na regulação e à crise do petróleo naquele país. 
O BCP apresentou prejuízos em 2014 pelo quarto ano consecutivo. Apesar de estar numa trajectoria de redução de prejuízos, perdeu, em 2014, 218 milhões de euros. A contribuir para que o banco liderado por Nuno Amado esteja ainda em terreno negativo conta o nível de imparidades e provisões que foram necessárias devido à avaliação feita pelo Banco Central Europeu. 
Em Portugal só a sucursal do Santander, o Totta, teve lucros. Uns orgulhosos 193,1 milhões de euros. Claro que aqui há a receita da venda de 51% da participação que a área de seguros tinha na parceria com a Aegon: a operação teve uma receita extraordinária de 32 milhões de euros. Mas, ainda assim, "excluindo este impacto não recorrente, o resultado líquido subiu 57,8% em relação ao período homólogo".
Em Portugal um dos maiores bancos desapareceu. Em Agosto de 2014 o BES foi resgatado pelo Fundo de Resolução e dividido entre um banco bom e um banco mau. As taxas da dívida pública portuguesa praticamente não se ressentiram com o resgate e as acções dos bancos nacionais também não sofreram estragos de maior. O sucesso da venda do Novo Banco vai depender de quem? Mais uma vez dos bancos espanhóis. Caixa Bank, Santander, BBVA...
A diferença entre Portugal e Espanha é que Portugal arrasta-se e Espanha avança seja qual for o tamanho da queda. Em Portugal tudo estagna. Tudo demora. Portugal tem pés de chumbo.
A classe média espanhola é uma força da natureza. Em Portugal a classe média é para fazer sketchs humorísticos. É olhada de soslaio. É um clube de que ninguém quer fazer parte. Portugal é um país obcecado com classes sociais. Não se fala de outra coisa nas conversas de cafés. Nos artigos dos jornais é um tema recorrente. É sempre um factor de análise da performance dos outros. Está sempre tudo a tentar encontrar motivos para olhar por cima do ombro do vizinho. Perde-se tempo e energia nisto e é como viver na caverna de Platão, só se vê sombras e toma-se as sombras por verdade.

 

publicado às 13:13

A vida imita a arte

por Maria Teixeira Alves, em 02.02.15

Frozen methane bubbles in Canadian lakes - in pictures

publicado às 21:44

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