Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]




Se fosse dos nossos, era um Santo!

por António Canavarro, em 06.12.13

 

Talvez não seja. O seu exemplo, merece a eternidade!

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 00:10

Vamos testar a cultura geral?

por Maria Teixeira Alves, em 05.12.13

Que característica/Romance está por detrás de cada xícara de café metafórica?

 

Os meus palpites são:

1- Kafka: uma barata do romance Metamorfose

2- Proust: um relógio por alusão ao romance, À la recherche du temps perdu

3- Bram Stoker, sangue, do Drácula

4- Collodi, parece ser o grilo falante do Pinochio, mas também pode ser o nariz do mesmo.

5- Italo Svevo, o romance Últimos Cigarros

6- Oscar Wilde, o Roxinol e a Rosa

7- Lewis Carroll, o chapéu do chapeleiro maluco da Alice no País das Maravilhas

8- Marquês de sade, uma maminha, eventualmente do romance Justine (que eu nunca li, por isso é apenas um palpite).

9- Agatha Christie, A faca que é espetada no romance Crime no Expresso do Oriente, por todos os passageiros do comboio, no acto de justiça pelas próprias mãos.

10- Simenon e o cachimbo do Inspector Maigret

11- Stevenson, uma ilha que é A Ilha do Tesouro, um dos clássicos da literatura infanto-juvenil.

12-Jane Austen, xícara de chá da sensibilidade e bom senso

13-Hemingway, um copo de whisky que foi sempre a sua imagem de marca, uma vez que não acabava nenhum romance sem ser acompanhado de um copo de dois dedos de whisky.

14- Baudelaire, absinto, que era a bebida (droga) habitual de Charles Baudelaire.

15- Leopardi, a lua do seu poema  Il tramonto della Luna

16-Nabokov, os corações românticos do seu amor incondicional em Lolita

17-José Luís Borges, palavras. Não sei se se refere a alguém poema concreto.

18- Dante Alighieri, o Diabo, do romance O Inferno

19- Shakespeare, a caveira de Hamelet

20- Beckett que é o autor que é um dos principais ícones do grupo designado de Teatro do Absurdo, que faz uma intensa crítica à modernidade, penso que a chávena ao contrário se refira a isso e não a nenhum romance em concreto.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 19:51

Agustina, a cultura é isto mesmo!

por António Canavarro, em 05.12.13

 

"A cultura é o que identifica um povo com a sua finalidade. 


Agustina Bessa-Luís in 'Dicionário Imperfeito'

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 17:27

Eu também leio Agustina

por António Canavarro, em 05.12.13

"Muitas vezes as pessoas dirigem-se a mim, dizendo: «você, que é independente». Não sou assim; continuamente devo ceder a pequenas fórmulas sofisticadas que corrompem, que dão um sentido inverso à nossa orientação, que fazem com que a transparência do coração se turve. Continuamente a nossa insegurança, o egoísmo, o espírito legalista, a mesquinhez, a vaidade, toda a espécie de circunstâncias que tomam o partido da vida como desfrute à sensação se sobrepõem à luz interior. Só a fé é independente. Só ela está para além do bem e do mal. 

 

Estar para além do bem e do mal aplica-se a Cristo. «Perdoa ao teu inimigo, oferece a outra face» - disse Ele. Não é um conselho para humilhados, não é um preceito para mártires. Nisso aparece Cristo mal interpretado, a ponto de o cristianismo ter sido considerado uma religião de escravos. Mas esquecemos que Cristo, como Homem, teve a experiência-limite, uma visão do inconsciente absoluto, o que quer dizer que a sua consciência foi saturada, para além do bem e do mal. Esse homem que perdoa ao seu inimigo não o faz por contrariedade do seu instinto, por reparação dos seus pecados; mas porque não pode proceder de outra maneira. 

A sua natureza simplificou-se; nada o pode abalar, porque ele desesperou para sempre da sua controvérsia e, possivelmente, da sua humanidade. A agonia do Homem é isto - a sua conversão à luz interior. Qualquer doutrina que professe a luta, seja doutrina social ou religiosa, impõe-se facilmente às massas, porque a luta bloqueia a evolução profunda do homem, a qual é motivo da sua angústia. Um sábio, grande figura bíblica, disse: «A causa do temor não é outra coisa senão a renúncia aos auxílios que procedem da reflexão». Ligados todos por uma igual cadeia de trevas, os homens julgam superar os factos por meio duma acção violenta. Dispersam os seus fantasmas prodigiosos durante algum tempo, mas logo são surpreendidos por inesperados terrores. A melhoria das suas condições de trabalho, o direito ao lazer e à cultura, a protecção à saúde e à velhice, tudo isso foi uma necessidade imposta pelos factos, mas só actua como lei se for manifestado pela reflexão. A doutrina perfeita nem ofende a multidão nem se arroja a seus pés. Não é feita de belas palavras nem dum folclore de atitudes. A natureza combate pelos justos. Essa natureza é a fé."

Agustina Bessa-Luís, in 'Contemplação Carinhosa da Angústia' 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 12:11

Meritocracia moral

por Maria Teixeira Alves, em 05.12.13

Numa conversa com o António Canavarro por mensagem via caixa do Facebook (é o que dá viveres em Santarém e nunca nos encontrarmos pessoalmente hoje em dia) a propósito do Papa Francisco, cheguei ao conceito de meritocracia moral. Refiro-me ao mérito de escolher o bem, de escolher a vida, de escolher a generosidade como dom do coração. O mérito de deixar o amor entrar em nós de modo puro. O que exige que sejamos crédulos e a ter uma certa ingenuidade por princípio. Não nos deixarmos dominar pelas desconfianças, pela soberba, pela inveja, não deixarmos que o moralismo e os seus rígidos conceitos de bem e mal nos oxidem o coração. É preciso ser duro com o mal mas ter o coração aberto para reconhecer o amor quando nos deparamos com ele. Procurar aquele refúgio do coração dos outros que não tem defesas e nos deixa entrar. Às vezes, para isso acontecer, é preciso a tragédia, a guerra, a perda para deixarmos cair as barreiras intelectuais que acumulamos ao longo de uma vida de moralidade sedentária. Quando corre tudo bem não sentimos nada e por isso conceituamos o amor. Travestimos o amor em aliança contratual, numa "win-win situation". O amor passa a estar naquele plano da racionalidade que cria a justiça, que define o bem e o mal como um conjunto de normas estatutárias e não como instinto. O instinto esse pequeno tesouro deixado aos Homens por Deus. 

É preciso estar distraído das vantagens do outro para as nossas necessidades, para o amarmos. É preciso olhar para o outro como se não soubéssemos nada sobre ele para o vemos como ele realmente é, para descobrirmos esse admirável mundo novo que é o coração do outro. 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 00:46

Algo completamente diferente!

por António Canavarro, em 04.12.13

Ultimate Study Playlist I from TheGirlNamedJedrzejko on 8tracks Radio.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 23:13

Hoje oiço isto e não me sai da cabeça

por António Canavarro, em 04.12.13

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 22:52

Provérbios

por António Canavarro, em 04.12.13



"A riqueza dos ricos
é a sua cidade fortificada,
mas a pobreza é a ruína dos pobres."

 
Provérbios 10:15

 

Moral: Segundo a Cáritas Portuguesa, o "Estado arrecadou milhões com campanha do Banco Alimentar"

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 18:09

Disco man

por António Canavarro, em 04.12.13

 

- A forma circular da hóstia faz-me lembrar os tempos da discoteca!

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 14:51

Para quem tem tempo

por António Canavarro, em 03.12.13

EXORTAÇÃO APOSTÓLICA EVANGELII GAUDIUM DO PAPA FRANCISCO

 

P.S. - Vale a pena ler. São muitas páginas, pelo que é uma boa maneira dos reformados (há uns à esquerda que já o fizeram) passarem o tempo!

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 15:43




Bloggers convidados

António Canavarro

Arquivo

  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2018
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2017
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2016
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2015
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2014
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2013
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2012
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2011
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2010
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2009
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D




Links

Blogs e Jornais que sigo

  •