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É o mais novo fenómeno eleitoral do Brasil. Chama-se Francisco Everaldo Oliveira Silva, mas responde por Tiririca, seu nome artístico, como palhaço profissional. Foi o concorrente a deputado federal mais votado das eleições do passado domingo, com mais de 1,3 milhão de votos, mas pode não assumir o lugar no Congresso, caso se confirmar que é analfabeto.

A lei brasileira impede a candidatura de analfabetos. Apesar da sua nula ou pouca escolaridade, Tiririca conseguiu eleger-se com o lema: “Vote em Tiririca, pior que tá não fica!”

 

Perante isto, só uma solução à portuga socialista: um qualquer curso ao domingo resolve o problema!!!

publicado às 16:01

Estranhos portugueses

por Maria Teixeira Alves, em 05.10.10

Sempre estranhei o regicídio. Quem eram estes portugueses que conseguiram matar um Rei? Que se mobilizaram para implementar uma República? Não reconheço estes portugueses nos portugueses de hoje. Hoje os portugueses são amorfos para tudo. Aceitam tudo de rabo entre as pernas e depois vingam-se em intrigas nos cafés.

Aqueles portugueses de 1910 eram portugueses criados numa monarquia, deve ser por isso.

Claro que eu sei que eram maçons. Mas hoje a maçonaria (de que eu não gosto), ainda assim só serve para perpectuar poderzinhos individuais. Serve para arranjar tachos aos amigos. Serve de plataforma de promoção social para uns deslumbrados.

publicado às 12:14

O melhor slogan eleitoral

por Maria Teixeira Alves, em 03.10.10

"Vote no Tiririca, pior do que está não fica" - Tiririca - candidato a Deputado Federal pelo PR (Partido da República) no estado de São Paulo

 

 

publicado às 23:35

publicado às 01:01

Sei que me vês
Quando os teus olhos me ignoram
Quando por dentro eu sei que choram
Sabes de mim
Eu sou aquele que se esconde
Sabe de ti, sem saber onde
Vamos fazer o que ainda não foi feito

Trago-te em mim
Mesmo que chova no verão
Queres dizer sim, mas dizes não
Vamos fazer o que ainda não foi feito

E eu sou mais do que te invento
Tu és um mundo com mundos por dentro
E temos tanto pra contar
Vem nesta noite
Fomos tão longe a vida toda
Somos um beijo que demora
Porque amanhã é sempre tarde demais

E eu sei que dói
Sei como foi andares tão só por essa rua
As vozes que te chamam e tu na tua
Esse teu corpo é o teu porto, é o teu jeito
Vamos fazer o que ainda não foi feito

Sabes quem sou, para onde vou
A vida é curva, não uma linha
As portas que se fecham e eu na minha
A tua sombra é o lugar onde me deito
Vamos fazer o que ainda não foi feito

E eu sou mais do que te invento
Tu és um mundo com mundos por dentro
E temos tanto pra contar
Vem nesta noite
Fomos tão longe a vida toda
Somos um beijo que demora
Porque amanhã é sempre tarde demais

Tens uma estrada
Tenho uma mão cheia de nada
Somos um todo imperfeito
Tu és inteira e eu desfeito
Vamos fazer o que ainda não foi feito

E eu sou mais do que te invento
Tu és um mundo com mundos por dentro
E temos tanto pra contar
Vem nesta noite
Fomos tão longe a vida toda
Somos um beijo que demora
Porque amanhã é sempre tarde demais

Vem nesta noite
Fomos tão longe a vida toda
Somos um beijo que demora
Porque amanhã é sempre tarde demais

Porque amanhã é sempre tarde demais
Porque amanhã é sempre tarde demais
Porque amanhã é sempre tarde demais

 

Pedro Abrunhosa, Fazer o que ainda não foi feito

publicado às 20:22

Quadratura do Círculo

por Maria Teixeira Alves, em 01.10.10

 

Estou a ver a Quadratura do Círculo, e mais uma vez vejo António Costa a repetir o mesmo erro de análise do Sócrates: acham que esta crise é fruto da irracionalidade dos mercados. É mentira. Os mercados reagem aos 80% de dívida pública sobre o PIB, porque a partir daí o risco de um país não pagar as obrigações que emitiu (os chamados títulos do tesouro) é alto.

Veio a crise do subprime, o mundo relaxou as exigências do défice, e Portugal aproveitou logo a aberta para subir a dívida, o défice... e agora veio a crise da dívida soberana. E amanhã vem a recessão.

 

‎A 1 de Fevereiro de 2010 José Sócrates explicou: "o défice aumentou por uma boa razão, para responder à crise".

Como a União Europeia estava sensível à crise de financiamento dos bancos que tinham sido vítimas do subprime, flexibilizou as metas. Portugal aproveitou para nacionalizar o BPN, dar garantias aos Bancos que emprestavam ao BPP, dar garantias aos bancos para se financiarem. Tudo muito bem se partissem de um nível de endividamento baixo. Mas não era o caso e a dívida pública disparou, e uma vez disparando, levou ao aumento dos juros.

 

Ironicamente o Estado aumentou a dívida para ajudar os bancos a financiarem-se e meia dúzia de meses depois o excesso de dívida da Republica Portuguesa condenou os bancos portugueses ao recurso ao BCE. Porque os investidores não emprestam a bancos desta República.

 

Enfim, uns visionários...

 

 Agora: O défice tem que descer para responder à crise!

publicado às 00:04

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