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Nostalgia....

por Maria Teixeira Alves, em 04.02.10

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publicado às 16:50

Eterno Retorno versus um tempo perdido

por Maria Teixeira Alves, em 03.02.10
O eterno retorno é uma ideia misteriosa de Nietzsche que, com ela, conseguiu dificultar a vida a não poucos filósofos: pensar que, um dia, tudo o que se viveu se há-de repetir outra vez e que essa repetição se há-de repetir ainda uma e outra vez, até ao infinito! Que significado terá este mito insensato?
O mito do eterno retorno diz-nos, pela negativa, que esta vida, que há-de desaparecer de uma vez por todas para nunca mais voltar, é semelhante a uma sombra, é desprovida de peso, que, de hoje em diante e para todo o sempre, se encontra morta e que por muito atroz, por muito bela, por muito esplêndida que seja, essa beleza, esse horror, esse esplendor não têm qualquer sentido....
Se a Revolução Francesa se repetisse eternamente, a historiografia francesa orgulhar-se-ia com certeza menos do seu Robespierre.... há uma enorme diferença entre um Robespierre que apareceu uma única vez na História e um Robespierre que eternamente voltasse para cortar a cabeça aos franceses....

Poderá então condenar-se o que é efémero? As nuvens alaranjadas do poente iluminam tudo com o encanto da nostalgia; mesmo a guilhotina....

Se cada segundo da nossa vida tiver de se repetir um número infinito de vezes, ficamos pregados à eternidade como Jesus Cristo à cruz. Que ideia atroz! No mundo do eterno retorno, todos os gestos têm o peso de uma insustentável responsabilidade.
Era o que fazia Nietzche dizer que o eterno retorno era o fardo mais pesado.
Mas será o peso atroz e a leveza bela?
O fardo mais pesado esmaga-nos, verga-nos, comprime-nos contra o solo. Mas, na poesia amorosa de todos os séculos, a mulher sempre desejou receber o fardo do corpo masculino. Portanto o fardo mais pesado é também, ao mesmo tempo, a imagem do momento mais intenso da realização de uma vida. Quanto mais pesado for o fardo, mais próxima da terra se encontra a nossa vida e mais real e verdadeira ela é.

Excertos de a Insustentável Leveza do Ser de Milan Kundera

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publicado às 18:06

A verdade é que ....

por Maria Teixeira Alves, em 03.02.10
Não existe verdadeira inteligência sem bondade

Ludwig Van Beethoven

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publicado às 17:58

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publicado às 16:39

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publicado às 16:20

A vision of beauty....

por Maria Teixeira Alves, em 03.02.10

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publicado às 16:06

...

por Maria Teixeira Alves, em 03.02.10

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publicado às 15:51

Sobre a adopção

por Maria Teixeira Alves, em 02.02.10
Nos dias que correm há quem defenda que duas pessoas do mesmo sexo, juntas, possam adoptar crianças. Mesmo sem aprofundar a importância, a nível psicológico, da existência de um pai e de uma mãe, compete-me dizer que com a adopção se pretende dar às crianças o mesmo que teriam se não tivessem tido o infortúnio de ser abandonadas. Logo um pai e uma mãe. É quanto baste para destituir essas teorias piedosas que andam por aí, mas que na realidade têm por detrás motivações puramente egoístas dos adultos que pretendem criar na sociedade uma realidade que a natureza não criou!

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publicado às 12:18

Censura transvertida em ditadura da imparcialidade...

por Maria Teixeira Alves, em 01.02.10

José Alberto Carvalho diz que jornalistas da RTP não podem emitir opiniões nos sites, ou seja, blogs,nas redes Facebook, Twitter. Mais um bocado e proíbem de ter opiniões nos cafés. Tenho uma ideia, podem começar a criar uma polícia na estrutura da Entidade Reguladora da Comunicação Social, para vigiar os jornalistas que emitem opiniões... sobretudo se forem subversivas ... já tenho um nome e tudo Stasi... soa bem, uma Stasi para garantir a imparcialidade decretada e instituída...

Vejam esta pérola:
"O director de informação da RTP alertou os jornalistas da estação pública de televisão para os cuidados a terem com as suas opiniões quer na blogosfera quer nas redes sociais, como o Twitter e o Facebook
Eis os nove avisos aos jornalistas:

1) Nada do que fazemos no Twitter, Facebook ou Blogues (seja em posts originais ou em comentários a posts de outrem) deve colocar em causa a imparcialidade que nos é devida e reconhecida enquanto jornalista.

2) Os jornalistas da RTP devem abster-se de escrever, "twitar" ou "postar" qualquer elemento - incluindo vídeos, fotos ou som - que possa ser entendido como demonstrando preconceito político, racista, sexual, religioso ou outro. Essa percepção pode diminuir a nossa credibilidade jornalística. Devem igualmente abster-se de qualquer comportamento que possa ser entendido como antiético, não-profissional ou que, por alguma razão, levante interrogações sobre a credibilidade e seriedade do seu trabalho. PRECONCEITO?! DEFENDER A IGREJA CATÓLICA SERÁ UMA OFENSA À IGREJA UNIVERSAL DO REINO DE DEUS?! OU ÀS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ?! RACISTA?! MAS HÁ OPINIÕES RACISTAS EM BLOGUES? E SE HÁ, SÃO LEGÍTIMAS DESDE QUE NÃO SEJAM ESCRITAS PELOS JORNALISTAS DA RTP?! PRECONCEITO SEXUAL?! O QUE É UM PRECONCEITO SEXUAL?! A SEXUALIDADE É UMA QUESTÃO DE CONCEITOS?! OU DE PRÉ-CONCEITOS?!
3) Ter em conta que aquilo que cada jornalista escreve, ou os grupos e "amigos" a que se associa, podem ser utilizados para beliscar a sua credibilidade profissional. Seguindo a recomendação do "NY Times", por exemplo, os jornalistas - deverão deixar em branco a secção de perfil de Facebook ou outros equivalentes, sobre as preferências políticas dos utilizadores. AMIGOS A QUE SE ASSOCIA?! OS JORNALISTAS DA RTP PARECEM TER QUE ESCOLHER AS AMIZADES DE ACORDO COM A COR DA TUTELA DO CANAL PÚBLICO!

4) Uma regra base deve ser "Nunca escrever nada online que não possa dizer numa peça da RTP".

5) Ter particular atenção aos "amigos" friends do Facebook e ponderar que também através deste dado, se pode inferir sobre a imparcialidade ou não de um jornalista sobre determinadas áreas.

6) Enunciar, de forma clara, no Facebook e/ou nos blogues pessoais que as opiniões expressas são de natureza estritamente pessoal e não representam nem comprometem a RTP.

7) Meditar sobre o facto 140 caracteres de um twit poderem ser entendidos de forma mais deficiente (e geralmente é isso que acontece!) do que um texto de várias páginas, o que dificulta a exacta explicação daquilo que cada um pretende verdadeiramente dizer.

8) Não publicar no Twitter ou em qualquer plataforma electrónica documentos ou factos que possam indicar tratamento preferencial por parte de alguma fonte ou indiciem posição discriminatória sobre alguém ou alguma entidade.

9) Ter presente que todos os dados eventualmente relevantes para fins jornalísticos devem ser colocados à consideração da estrutura editorial da RTP, empresa de media para a qual trabalham.


SERÁ QUE NESTAS RECOMENDAÇÕES PENSOU EM INCLUIR O MARCELO REBELO DE SOUSA?!

Ainda bem que não trabalho na RTP!


Outro caso


Mário Crespo dixit: «Nas comunidades insalubres e nas lideranças decadentes os contraditórios são considerados ofensas, ultrajes e produtos de demência. Os críticos passam a ser “um problema” que exige ‘solução’».

ESTA CRÓNICA Crítica ao Governo foi proibida de sair no Jornal de Notícias.




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publicado às 19:31

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