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Hegel

por Maria Teixeira Alves, em 04.03.09

Hegel escreveu que a essência da tragédia não é o conflito entre o certo e o errado, mas o conflito entre o certo e o certo

publicado às 18:59

Não sabemos nada do que somos nós

por Maria Teixeira Alves, em 04.03.09

... Apenas nos iludimos, julgando ser donos das coisas, dos instantes, e dos outros.
Comigo caminham todos os mortos que amei, todos os amigos que se afastaram, todos os dias felizes que se apagaram.... apenas a ilusão de que tudo podia ser meu para sempre.

Frase de Miguel Sousa Tavares (recortada).

publicado às 18:46

...

por Maria Teixeira Alves, em 04.03.09


humor negro...

publicado às 09:10

Woody Allen

por Maria Teixeira Alves, em 03.03.09

Acho graça quando no Facebook, as pessoas põem a religião no perfil. Assim tipo Estado Civil. Só me faz lembrar o Woody Allen no Scoop. E apetece-me dizer nasci católica mas já me estou a converter ao narcisismo!

publicado às 19:19

...ainda no livro

por Maria Teixeira Alves, em 03.03.09

...Fez lembrar um brilhante diálogo no filme de Martin Scorcese, A Idade da Inocência, entre a matriarca da nobre família Townsend, Manson Mingott, e a sua sobrinha Regina Beauford, que lhe vai pedir ajuda financeira para suportar os desaires do marido, um nouveau riche recém-caído em desgraça por negócios pouco transparentes. Regina vai pedir ajuda em nome da ascendência comum das famílias, o que a velha recusa porque na sua casa honra sempre foi honra, mas honestidade também sempre foi honestidade.
“Mas o meu nome, tia, está em causa a honra do meu nome, Regina Townsend”. Ao que Manson Mingott responde: “O teu nome era Beauford quando te cobria de jóias e vai ser Beauford agora que te cobre de vergonha”.
....

O facto de ser católico e de ser da Opus Dei deu uma grande ajuda à propagação desse ódio. O ódio a Jardim Gonçalves é o ódio à Opus Dei, que por medo, por desconfiança, pela inveja que o dinheiro suscita e por fim por ignorância, são vistos como os malfeitores do século, ideia que conseguiu a proeza de pôr o Dan Brown a best-seller.
...

Agustina Bessa Luís, essa genial conhecedora da alma humana, escreveu uma vez “os homens sérios não olham de frente quando são mais sinceros do que o habitual. Digam o que disserem é assim”.
....

Alguém disse uma vez que a política se reduz aos espertos que querem subir e aos tolos que lhe servem de degrau, a que Agustina acrescentou os vingativos
....
disse uma vez que séculos de pregação do bem não deram resultado, é mais importante gerir o mal do que pregar o bem.

publicado às 18:59

o livro... Terramoto BCP

por Maria Teixeira Alves, em 03.03.09

capítulo

Sobre a vaidade e outros demónios

É quase impossível na natureza humana erradicar a vaidade. A vaidade é a paixão mais insubmissa, mais determinante, mais irreverente. Alimenta-se de todas as motivações humanas e tem normalmente preferência pelas mais nobres, pela ética, pelo bem, pela justiça, pela moral. É tão arrojada que se serve até do amor e bem assim da amizade. A vaidade é o motor da história, que é uma teoria que faria Marx revolver-se no túmulo.
Quando se pensa em todos os detalhes e se traça um caminho tão bem calculado, acontece o inesperado e Deus parece então rir-se de nós. Como na velha história do homem que decidiu não casar com a namorada que tinha uma família que não preenchia os requisitos da vaidade, em nome dos futuros filhos. Por essa prudência que esconde o orgulho, acabou por escolher
outra com quem gostava de ser fotografado em família e que nunca conseguiu dar lhe filhos. Por aqui se vê que quando falta a fé, o Homem agarra-se à razão e faz do calculismo um instrumento de orientação, o que não é alicerce que se recomende.
A história não é feita de grandes homens. As pessoas que mudam o curso do mundo não são, na maioria das vezes, grandes líderes, com missões históricas. É um desassossego pensar que andam pelo mundo pessoas, às vezes ignoradas, mas que têm um enorme poder sobre as outras e sem o saber conduzem os acontecimentos mais devastadores, com as suas paixões
e convicções. Introduzem-se como um vírus nas relações, algumas já sedimentadas em instituições, e sem prever a avalanche de consequências, jogam a primeira peça de um dominó com alcances imprevisíveis. A história do fim da dinastia Jardim Gonçalves, que se confunde com o BCP, é afinal de contas um dominó a que se foram juntando peças que serviam
apenas a pequenos interesses particulares. Nada de muito nobre e altruísta.
Todos queriam ser o salvador do BCP mas ninguém queria realmente salvar o banco desta guerra que o corroía na sua mais importante virtude, a da confiança.

publicado às 18:40

Porquê Farpas?

por Maria Teixeira Alves, em 03.03.09

As tragédias contam-se a rir...

Dizia o Eça de Queiroz que o riso é uma filosofia. Muitas vezes o riso é uma salvação. E em política constitucional, pelo menos o riso é uma opinião.

publicado às 08:03

Agustina Bessa Luís dixit

por Maria Teixeira Alves, em 03.03.09

A paz é isto e sempre haverá alguém que a recorde. Uma casa de família colateral, gente que não casou e que tem o coração disponível para os jovens de outra geração.

A paz não tem padrão, nem lei, nem dicionário.

O primeiro beijo pode conter a paz na sua verdade sem presunção.

A paz precisa de inocência, senão torna-se uma ginástica do coração e não um palpite da eternidade.

Uma fala que o prova: - Quando se ama, mente-se ao amor, não se fala dos sentimentos profundos - disse um rapaz de 20 anos.



Nós não podemos viver sem o sentimento do belo e do sublime, quer dizer, sem o sentimento da paz.

publicado às 07:55

Eternidade

por Maria Teixeira Alves, em 03.03.09

O tempo depois do tempo é coisa que não se deve almejar,
a menos que queiramos para nós a solidão dos vampiros.

publicado às 07:50

...

por Maria Teixeira Alves, em 03.03.09

"A imaginação daquilo que poderia ser, mata a experiência daquilo que realmente é"

Mina Cesana

publicado às 04:57




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