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Pela auto-censura que falta!

por António Canavarro, em 30.04.12

 

Sou democrático, compreendo o horror que foi a censura e o lápis azul que a eito e a direito cortava o que não interessava ao regime. Veio o 25 de Abril e a liberdade. A censura tornou-se pretérita. E para quê? Para ouvirmos, lermos barbaridades? Façam-me um favor: Se é para isto, pelo o amor de Deus, fiquem calados... A nossa higiene mental agradece!

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publicado às 13:02

Língua da sogra

por António Canavarro, em 29.04.12

 

 

Fica aqui a minha homenagem ao cantor de samba brasileiro Dicró que morreu no passado dia 25 de Abril.

 

Das suas "saídas" geniais fica esta:

 

"Castigo da bigamia é ter duas sogras"

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publicado às 15:13

Lido e apoiado

por António Canavarro, em 29.04.12

"A verdadeira democracia é o lugar onde habitam os homens cultos, diferentes e fraternos. E a solução para os nossos maiores problemas. Talvez um dia cheguemos lá."

 

Francisco Moita Flores, de aqui.

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publicado às 14:49

Missão impossível

por António Canavarro, em 29.04.12

 

Volto, no dia em que artistas e políticos vão celebrar a vida de Miguel Portas, a quem Pedro Santana Lopes apelidou de "doce revolucionário", para elogiar o impossível: Se a circunstância fosse outra, se o defunto fosse outro, haveria lugar a um "festejo da vida" semelhante? Creio que não. Seria uma missão impossível.! No entanto, Miguel Portas, graças a uma constelação de factos biológicos e políticos, é diferente de seus pares!

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publicado às 11:48

Um pau de dois bicos

por António Canavarro, em 28.04.12

 

O Acórdão do Tribunal de Portalegre que (seguramente) fará jurisprudência, segundo o qual a entrega de um bem (comprado a crédito) se for devolvido à entidade credora extingue de imediato a dívida é um pau de dois bicos! Se na perspectiva dos devedores é, claramente uma excelente noticia, não deixa no entanto de ser perigosa: com a quantidade de casas que diariamente regressam para as entidades credoras o que irá acontecer? Por um lado, vamos os bancos a fazerem concorrência às agências imobiliárias, com a agravante que ao contrário dessas podem dar crédito. Por outro lado, numa perspectiva contabilística, há a agravante das contas das entidades bancárias serem caóticas. Não haverá o risco dessas casas se tornarem "activos tóxicos"?

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publicado às 18:35

Há um momento...

por Maria Teixeira Alves, em 28.04.12

Há um momento em que temos de decidir. Temos de aceitar que há coisas com as quais não conseguimos lidar, que não vamos conseguir salvar nem mesmo com toda a força de vontade do Mundo. Então temos de decidir, que o melhor é deixá-las partir. Para que não enlouqueçamos na tentativa de as manter.

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publicado às 01:36

Bem me parecia

por Maria Teixeira Alves, em 27.04.12

É tudo uma questão de tempo. Portanto comprar caramelos só até Dezembro.

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publicado às 15:56

Misantropos

por Maria Teixeira Alves, em 26.04.12

Pedro Mexia no Mundo dos Vivos

 

"Alceste, meu próximo

 

(...) O misantropo gosta de poucas pessoas, pessoas que conhece e uma de cada vez. Gosta da humanidade, mas não da Humanidade [multidão]. Claro que também há falsos misantropos. Os niilistas, por exemplo, parecem detestar toda a gente, mas gostam mesmo é da boémia (...). O niilismo é um ressentimento sofisticado, e o verdadeiro misantropo não é ressentido, é um puritano. Pode ser pessimista antropológico, mas ainda assim cultiva, no fundo, alguma ilusão sobre a espécie, que justificam que se desiluda, ou que viva em permanente desilusão. (...).

Escrevendo sobre o misantropo (1666) de Moliére, peça que traduziu, Vasco Graça Moura diz: «[Alceste, o protagonista] opõe-se à sociedade do seu tempo  pela sua exigência de rigor, franqueza e sinceridade totais nos comportamentos, rejeitando qualquer espécie de convenção hipócrita nas relações entre as pessoas. Essa exigência ética fá-lo soçobrar num pessimismo irremediável e numa crescente recusa de contactos com o género humano, a ponto de pôr em causa as sua próprias amizades».

(...) O misantropo detesta a pieguice, a frase feita, a bondade usada na lapela (...), os consensos fabricados, a feira de vaidades mundanas (...). O que Alceste de Moliére não suportava era a civilidade como mentira, o culto das aparências, a lisonja como estratégia, a bonomia como farsa, a empatia como embuste. Os misantropos só gostam verdadeiramente de alguma coisa ou de alguém se for uma distinção, uma afinidade electiva, caso contrário gostamos de tudo e de todos e isso não vale nada."

 

Senti-me compreendida!

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publicado às 13:42

Carochinha endiabrada

por António Canavarro, em 26.04.12

É quase um ritual ouvir as Manhãs da Rádio Comercial. É uma forma divertida e energética de ficar bem-disposto. Nuno Markl e Ricardo Araújo Pereira surtem mais efeito do que cafeína, e não fazem mal ao estômago (pelo menos até agora...). Ora bem, na edição de hoje da Caderneta de Cromos, o Nuno zarpou até São Miguel, Açores, dando noticia do agrupamento musical da Escola Básica 2, 3 da Maia: os "Velvet Carochinha".

O interessante é que este grupo musical - e eu fiquei abismado com tanta qualidade - foi capaz de revestir as tradicionais musicas da criançada, muitas das quais fizeram parte do nosso imaginário - com a sonoridade dos grandes hits do rock de grupos como Muse, AC/DC, Queen, Nirvana e Led Zeppelin, etc.

 

Vejam o vídeo espantem-se com esta versão "Pink Floyd" do Atirei o pau ao gato...

 

 

 

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publicado às 11:06

No alvo...

por António Canavarro, em 26.04.12




Em dia "D" para o Sporting Clube de Portugal, o LFrasco, com uma comparação absolutamente notável, acerta no alvo (ou será Álvaro?)!

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publicado às 10:52

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